A eletroestimulação transcutânea (TENS) é
amplamente utilizada no manejo da dor aguda e
crônica. No entanto, a escolha do protocolo correto,
incluindo parâmetros de frequência e intensidade, é
crucial para o sucesso terapêutico. Um paciente com
neuropatia periférica diabética apresenta dores em
queimação nos membros inferiores, com sensação de
hipersensibilidade cutânea e alodinia. Diante dessa
situação clínica, qual seria o protocolo de TENS mais
apropriado para aliviar a dor e melhorar a
funcionalidade desse paciente?