Segundo o Guia “Animais de laboratório criação e experimentação” (FIOCRUZ, 2002), “A
classificação dos animais quanto ao status sanitário ou ecológico pode ser definida como a
relação dos animais com o seu particular e específico ambiente. Este ambiente inclui os
organismos associados aos animais e os organismos presentes dentro dos limites do
ambiente físico e barreiras sanitárias. O conjunto de organismos associados é denominado
microbiota (por exemplo, vírus, bactérias, fungos e parasitas), e quanto mais eficientes
forem as barreiras sanitárias deste ambiente, menores as chances de contaminação dos
animais.”
Isto posto, observe as assertivas I, II e III:
I. Animais que possuem flora microbiológica conhecida, não existente ou não detectável,
e que devem ser criados em ambientes dotados de barreiras sanitárias absolutas.
II. Animais cujo método primário de obtenção é por meio da intervenção cirúrgica
(histerectomia estéril do útero gravídico), seguido da subsequente introdução num
isolador estéril.
III. Também conhecidos por heteroxênicos, estes animais requerem frequente
monitoração para se ter certeza de que os contaminantes indesejáveis não se
estabeleceram.
Desta forma, as afirmações I, II e III acima referem-se, respectivamente, a animais: