Leia o trecho a seguir, extraído do Guia de Boas Práticas para
Acessibilidade Digital (2023): “Sítios web, aplicativos, vídeos, stories, podcasts, ou qualquer outro conteúdo ou ambiente digital,
quando são acessíveis, beneficiam todas as pessoas, especialmente as que possuem algum tipo de deficiência, tais como as
que não enxergam, que têm baixa visão, que só se comunicam
em Libras, que não ouvem, que têm mobilidade reduzida, algum
tipo de neurodiversidade, dentre outras. A acessibilidade digital
beneficia também pessoas idosas e de baixo letramento, além de
dar mais conforto e segurança para as pessoas em geral”. Com
base no trecho acima, podemos concluir que o design tem papel
fundamental na construção de projetos acessíveis. Desta forma,
avalie as afirmativas a seguir quanto ao tema.
I. O uso de ícones, para facilitar o rápido reconhecimento do
conteúdo, acrescidos de textos explicativos sobre as suas funcionalidades, é uma boa prática de acessibilidade.
II. Quando são utilizados conjuntos com dois ou mais ícones
próximos em projetos gráficos para mídia digital, estes devem
apresentar espaçamento entre eles, para permitir uma área razoável, com conforto e segurança, para o toque manual na tela
de celulares e computadores.
III. O uso de validadores automáticos de acessibilidade, como o
WCAG Color Contrast Checker, Let’s Get Color Blind, entre outros
e a opção “configuração de prova”, recurso presente no software
Adobe Illustrator, podem auxiliar o trabalho dos designers com
relação à escolha de cores, para melhorar a experiência de uso
de pessoas com problemas de baixa visão e daltonismo.
Das afirmativas acima: