De acordo com o Manual Técnico para o diagnóstico de
sífilis, descrito pelo Ministério da Saúde e aprovado pela
portaria nº 2.012, de 19 de outubro de 2016, assinale
as afirmações abaixo com V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) Entre as metodologias treponêmicas estão teste de
anticorpos treponêmicos fluorescentes com absorção (FTA-Abs), ensaio imunossorvente ligado à
enzima (ELISA) e Venereal Disease Research Laboratory (VDRL).
( ) A microscopia de campo escuro não é recomendada
para material de lesões orais, pois a cavidade oral
é frequentemente colonizada por outras espiroquetas
que podem confundir o diagnóstico de sífilis.
( ) A fim de evitar resultados falso-negativos devido
ao fenômeno de prozona, é fundamental que, ao
se realizar qualquer teste qualitativo não treponêmico, a amostra sempre seja testada pura e na
diluição 1:8. O fenômeno de prozona não ocorre
nos testes treponêmicos.
( ) Os testes não treponêmicos detectam anticorpos
anticardiolipina, que não são específicos para os
antígenos do Treponema pallidum. Desse modo, os
testes treponêmicos devem ser utilizados para o
monitoramento da resposta ao tratamento.
( ) A persistência de resultados reagentes nos testes
treponêmicos e/ou reagentes com baixa titulação
nos testes não treponêmicos, após o tratamento
correto para sífilis, caracteriza a cicatriz ou memória
sorológica, sem que isso indique infecção.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses,
de cima para baixo, é