Leia o texto a seguir:
Embora radicais, nem Fidel Castro, nem qualquer
de seus camaradas eram comunistas, nem (com duas
exceções) jamais disseram ter simpatias marxistas de
qualquer tipo. Os diplomatas e conselheiros americanos
debatiam constantemente se o movimento era ou não
pró-comunista, mas claramente concluíram que não era.
No entanto, tudo empurrava o movimento fidelista na
direção do comunismo.
(Eric J. Hobsbawm, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991.
São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Entre os fatores que contribuíram para tal aproximação,
segundo Hobsbawm, é correto identificar