Sobre a abordagem fisioterapêutica do paciente após
fratura da extremidade distal do rádio, analisar os itens
abaixo:
I. A medida de força de preensão palmar deverá ser
realizada por meio de dinamometria isométrica seis a oito
semanas após a fratura, desde que a consolidação óssea
permita que o paciente realize carga no segmento
afetado.
II. O treino sensório-motor em cadeia aberta e fechada é
implementado a depender da fase de consolidação da
fratura.
III. Em pacientes que receberam tratamento não cirúrgico,
os exercícios ativos e passivos para ganho e manutenção
da amplitude de movimento dos dedos, do cotovelo e do
ombro deverão ser evitados.
IV. A síndrome da dor complexa regional é considerada uma
das maiores complicações decorrentes de fraturas do
rádio distal, sendo observada somente após o tratamento
cirúrgico.
Estão CORRETOS: