Para minimizar a contaminação bacteriana de
hemocomponentes, são empregadas diversas técnicas
de triagem e monitoramento, incluindo a cultura
bacteriana e o uso de testes de amplificação de ácido
nucleico (NAT). Apesar dessas medidas, a contaminação
ainda pode ocorrer, sendo fundamental que as unidades
de sangue sejam inspecionadas visualmente para sinais
de contaminação, como turvação ou descoloração.
Recentemente, novas tecnologias de desinfecção,
utilizando radiação ultravioleta e tratamentos
fotoquímicos, têm mostrado promessas na redução de
contaminações bacterianas em hemocomponentes,
oferecendo uma camada adicional de segurança nas
transfusões.