A assistente social Ana dirige um núcleo de estudo e de
pesquisa em serviço social e trabalha em um hospital da rede
pública de saúde. Recentemente, ela foi intimada a prestar
depoimento sobre situação sigilosa de usuário a que teve
conhecimento em atendimento no serviço de saúde.
Juan, assistente social graduado em estabelecimento de
ensino sediado em país estrangeiro, atua no Brasil há oito anos e,
há exatos três anos e meio, está inadimplente junto ao conselho
regional de serviço social (CRESS) em que está inscrito.
Considerando as situações hipotéticas precedentes, julgue o item a seguir, com base no Código de Ética Profissional do(a) Assistente Social, de 1993, e na Lei n.º 8.662/1993, que regulamenta a profissão de assistente social.
Profissionais graduados no exterior, como Juan, estão aptos a
exercer a profissão de assistente social no Brasil, sendo-lhes
dispensável o procedimento de revalidação do diploma caso
o estabelecimento de ensino no qual se graduaram possua
convênio com o governo brasileiro.