“Segundo o mais recente relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), apesar de progressos
significativos, oportunidades desiguais deixaram milhões de crianças em situação de pobreza, sem escolaridade e com
desnutrição crônica. (...) Para a agência, as metas não foram ambiciosas o suficiente para contemplar as necessidades
de meninos e meninas em situação vulnerável em todo o mundo.”
(Disponível em: https://nacoesunidas.org/criancas-devem-estar-no-centro-dos-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavelafirma-unicef/
16/07/2015.)
No Brasil, o enfrentamento destas realidades é viabilizado pela Política Nacional de Assistência Social, em que a
Proteção Social consiste num conjunto de ações, cuidados, atenções, aquisições e benefícios ofertados através do
SUAS, diretamente pelo agente público ou em parceria com associações/entidades sem fins lucrativos que compõem
a rede socioassistencial. As linhas de atuação com as famílias em situação de risco devem abranger desde o
provimento de seu acesso a serviços de apoio e sobrevivência, até sua inclusão em redes sociais de atendimento e de
solidariedade. É correto afirmar que são características do tipo de Proteção Social: