O jornalismo, com as devidas reservas, oscila entre a
ambição de cientificidade que se traduz num
predomínio da linguagem denotativa e um saber mais
ligado à vida cotidiana. Nesse viés, é correto afirmar
que os jornalistas se encontram, incomodamente,
repartidos entre o que eles consideram dois ideais
impossíveis – as exigências de: