A aranha passa a vida
tecendo cortinados
com o fio que fia
de seu cuspe privado.
Jamais para velar-se:
e por isso são ralos.
Para enredar os outros
é que usa os enredados.
(João Cabral de Melo Neto.)
Em relação à métrica dos versos anteriores observa-se que de
acordo com a contagem das sílabas poéticas é possível afirmar
que; marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as
falsas.
( ) Em todos os versos, a sílaba final não é contada.
( ) Em todos os versos, a última palavra é paroxítona.
( ) O número de sílabas poéticas nem sempre está relacionado a questões de tonicidade.
A sequência está correta em