Em uma cadeia alimentar hipotética presente no
Rio Grande do Sul, com muitos níveis tróficos,
como plantas (ex.: capim), insetos herbívoros
(ex.: gafanhotos), pequenos mamíferos
(ex.: roedores), aves predadoras (ex.: gavião) e
carnívoros de topo (ex.: onças), a quantidade de
energia disponível para os níveis superiores é
progressivamente menor, o que torna a cadeia
alimentar com muitos níveis tróficos inviável. O
motivo dessa limitação, é explicado pela