Maria, 58 anos, foi diagnosticada com diabetes tipo 2 há
três anos. Ela frequenta a Unidade Básica de Saúde para
o acompanhamento de sua condição, mas apresenta
dificuldades em gerenciar a doença. Apesar de passar
por consultas regulares, seu controle glicêmico ainda é
instável. Maria tem dificuldades em seguir a dieta recomendada e muitas vezes esquece de tomar a medicação.
Diante dessa situação, a equipe reuniu-se para definir um
conjunto de propostas de condutas terapêuticas articuladas e o acompanhamento do caso específico da Maria,
uma vez que já foram tentadas ações pontuais e não se
atingiu o resultado esperado devido a certa dificuldade
em sua condução.
Essa ferramenta de cogestão do cuidado é denominada