Até recentemente no Brasil, as políticas educacionais para as
áreas de fronteira tomavam a sua realidade de forma
unilateral e homogênea, sem considerar a singularidade
fronteiriça que pressupõe, no mínimo, uma bilateralidade das
relações.
Neste sentido, um aspecto socioeducativo tradicionalmente
presente nos estudos nas áreas de fronteira é: