O brincar permite que a criança possa agir sobre o mundo, modificar o seu ambiente, desenvolvendo habilidades e aprendendo a solucionar problemas. Considerando crianças com alterações neurológicas, como a Paralisia Cerebral, em relação ao brincar:
A
o terapeuta ocupacional não deve intervir para fornecer e/ou manter o auxílio da postura ou adaptar o contexto, promovendo estratégias que facilitem o seu brincar, com sua participação, criando situações em que a criança possa experimentar, planejar e agir.
B
o terapeuta ocupacional deve intervir para fornecer e/ou manter o auxílio da postura ou adaptar o contexto, promovendo estratégias que facilitem o seu brincar, com sua participação, criando situações em que a criança possa experimentar, planejar e agir.
C
o terapeuta ocupacional deve intervir para fornecer e/ou manter o auxílio da postura ou adaptar o contexto, para promover estratégias que limitem o seu brincar, com sua participação, criando situações em que a criança possa experimentar, planejar e agir.
D
o terapeuta ocupacional não deve intervir para fornecer e/ou manter o auxílio da postura, apenas adaptar o contexto, promovendo estratégias que facilitem o seu brincar, com sua participação, sem necessariamente criar situações em que a criança possa experimentar, planejar e agir.
E
o terapeuta ocupacional deve intervir e orientar os pais para fornecer e/ou manter o auxílio da postura ou adaptar o contexto, sempre protegendo a criança de atividades com participação de outras crianças ou mesmo evitando situações em que a criança possa estar confortável e sem riscos de contraturas ou deformidades.