Sistemas de classificação têm sido
desenvolvidos nas últimas décadas com a finalidade
de tentar definir os padrões mais frequentes da
marcha na paralisia cerebral. Em 1987, Winters e
colaboradores identificaram alguns padrões em
pacientes com hemiparesia espástica, com base no
comportamento dos joelhos no plano sagital. Quando
apresentam equino do tornozelo apenas durante a
fase de balanço os pacientes são classificados em
tipo: