A multiplicidade e complexidade das necessidades sociais requerem intervenções
intersetoriais que passam a ser priorizadas como alternativa para propiciar mudanças na
cultura organizacional. Isso viabiliza a ampliação do escopo de ações e reorganização
dos sistemas locais de saúde, a convergência de interesses entre os profissionais e a
construção de alianças na implementação de ações, com o objetivo de responder de
maneira mais eficaz e eficiente às demandas da população. A intersetorialidade tem se
fortalecido como estratégia de gestão em saúde, especialmente em sistemas
descentralizados, que favorecem a articulação com outros setores, considerando
princípios como território, regionalização e integralidade da atenção.
Para o reposicionamento dos processos de trabalho, visando à composição de práticas
aliadas à integralidade no cuidado, a intersetorialidade refere-se à