Leia o caso a seguir.
Paciente chega ao consultório médico, com o seguinte
relato: “- Há dias não como. Também, pra quê comer? O
que eu ganho com isso? O fim se aproxima cada vez mais,
e eu sei que tudo isso é minha culpa. Tudo... o mundo se
desmorona... e é minha culpa... comer pra quê? O pouco
que sinto, sinto como se meus órgãos estivessem ocos,
vazios, colados... eles estão ocos... como minha alma,
como minha vida. Já nem choro mais, pois não há sentido
em chorar, quando não há esperança. Sinto que... que... às
vezes meu pensamento está tão lento, que... acho que ele
vai parar..., mas na verdade tudo vai parar, não é mesmo?
Eu... já morri há anos...”.
Com base no quadro clínico descrito, o diagnóstico e os
achados psicopatológicos significantes compatíveis com
esse caso são, respectivamente: