Ricardo Antunes (2020, p. 11) analisa um fenômeno
contemporâneo entendido por ele como “processo no
qual as relações de trabalho são crescentemente
individualizadas e invisibilizadas assumindo, assim, a
aparência de ‘prestação de serviços’ e obliterando as
relações de assalariamento e de exploração do
trabalho”. Trata-se: