Uma mulher de 40 anos de idade, com uma história de
relacionamentos interpessoais caóticos, inicia psicoterapia
psicanalítica. Ela alterna entre períodos nos quais idealiza o
terapeuta e a terapia e períodos de irritação e de raiva, quando
nada relativo ao terapeuta ou à terapia é bom, tanto agora quanto
no passado.
A referida paciente apresenta um quadro que é exemplo do
mecanismo de defesa conhecido como