A trajetória histórica do Serviço Social no Brasil demonstra uma ação com viés conservador, advindo de ideologias cristãs leigas, que impregnavam o “fetiche da prática”
aos/às assistentes sociais, em um sentido de servidão,
urgência e prontidão. A ação lhes roubava quaisquer possibilidades de reflexão e de crítica. Sempre prontas/os
para “ajudar”, as suas ações se configuravam sob a marca do agir imediato, espontâneo e