Uma repartição pública funciona em um prédio próprio de cinco
andares. Dos andares, três são ocupados pela repartição pública e
dois são alugados a uma empresa de consultoria privada.
Em dezembro de 2024, o prédio foi autuado pelas autoridades
municipais, que informaram que ele deveria pagar uma multa de
R$ 20.000 por danos ambientais.
A repartição analisou a legislação com os seus advogados e julgou
que a autuação tinha risco de perda provável. Ainda, foi decidido,
no mês, que o prédio instalaria, no primeiro trimestre de 2025,
filtros especiais para evitar novas penalidades no futuro. O custo
dos filtros era de R$ 10.000.
Foi acordado, pela repartição pública e pela empresa de
consultoria, que cada parte seria responsável pelos gastos de seus
andares.
A provisão para contingências contabilizada no balanço
patrimonial da repartição pública em dezembro de 2024 foi de