Muitos jornalistas se esquecem de um velho
ditado da infância, cujo valor é alto na profissão:
“Quem conta um conto aumenta um ponto”. A fonte
de qualquer informação nada mais é do que a subjetiva interpretação de um fato. Sua visão sobre determinado acontecimento está mediada pelos “óculos”
de sua cultura, sua linguagem, seus preconceitos. E,
dependendo do grau de miopia, a lente de aumento
pode ser direcionada para seus próprios interesses.
Pergunte a um corretor da bolsa de valores quais são
as ações mais confiáveis e notará a “coincidência”: são
exatamente as que ele tem para vender.
PENA, Felipe, Teoria do Jornalismo,
ed. Contexto, São Paulo, 2005, p. 57.
Analise as afirmativas abaixo sobre as fontes.
1. O informante é, muitas vezes, fundamental
na apuração jornalística, no entanto não tem
o status de fonte ou de porta-voz.
2. O porta-voz e o assessor de imprensa são classificados como fontes oficiais. Essas fontes
são também denominadas de formais.
3. Fontes não autorizadas são também conhecidas como oficiosas.
4. O jornalista precisa ter cuidado com a credibilidade da fonte e com seus possíveis interesses. Por isso, a checagem, o contraponto são
importantes.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas
corretas.