O Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa
(Planaveg) é o principal instrumento de implementação
da Política Nacional de Recuperação da Vegetação
Nativa (Proveg), instituída pelo decreto n.º 8.972 de
2017. Em 2023, iniciou-se o processo de revisão do
Plano, considerando desafios e oportunidades atuais
para cumprimento da meta de recuperação de 12
milhões de hectares de vegetação nativa até 2030. O
Instituto Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ) é
corresponsável pelo desenvolvimento de algumas ações
do Plano. Isso posto, leia as sentenças a seguir e
identifique as alternativas que apresentam ações
atribuídas ao JBRJ no Planaveg:
I.Ampliar e fomentar a oferta de cursos livres, técnicos
e/ou de nível superior, com conteúdo atualizado sobre
recuperação da vegetação nativa.
II.Desenvolver e comunicar modelos de
negócios/estudos de viabilidade para produtos da
sociobiodiversidade e de processos de silvicultura de
nativas oriundos da recuperação da vegetação nativa, de
forma conectada com a Política de Bioeconomia.
III.Fazer um estudo de impacto socioeconômico de
programas de fomento à cadeia da recuperação que
contemple subsídios diretos à estruturação e
verticalização da cadeia da recuperação da vegetação
nativa.
IV.Estabelecer um banco nacional de matrizes florestais
e Áreas de Coleta de Sementes (ACS) com indicação de
populações de espécies não florestais, como referência
para coleta de sementes por fitofisionomia.
V.Fomentar uma rede de pesquisa, com parcelas
permanentes e de longa duração, em técnicas e modelos
de recuperação da vegetação nativa com fins
econômicos, identificando opções e modelos de sistemas
produtivos diversificados, que respeitem e se organizem
a partir de uma ótica regional (por biomas e
fitofisionomias) e conectada a uma leitura de viabilidade
econômica e adaptação às mudanças do clima.
É correto o que se afirma em