Na notificação de surtos e epidemias a detecção
precoce de surtos e epidemias ocorre quando o
sistema de vigilância epidemiológica local está bem
estruturado, com acompanhamento constante da
situação geral de saúde e da ocorrência de casos
de cada doença e agravo sujeito à notificação. Essa
prática possibilita:
A A variável em função das mudanças no perfil
epidemiológico, calculando os resultados
obtidos com as ações de controle e da
disponibilidade de novos conhecimentos
científicos e tecnológicos.
B O reconhecimento das características de
sintomas das doenças consideradas, ao
conteúdo de informação requerido, aos critérios
de análise de casos, à periodicidade da
transmissão dos dados, às modalidades de
notificação indicadas e à representatividade das
fontes de notificação.
C À tomada de decisões informação para a ação,
este princípio deve reger as relações entre os
responsáveis pela vigilância e as diversas
fontes não que podem ser utilizadas para o
fornecimento de dados, pela pobreza de
informações.
D A constatação de qualquer indício de elevação
do número de casos de uma patologia, ou a
introdução de outras doenças não incidentes no
local e, conseqüentemente, o diagnóstico de
uma situação epidêmica inicial para a adoção
imediata das medidas de controle. Em geral,
esses fatos devem ser notificados aos níveis
superiores do sistema para que sejam alertadas
as áreas vizinhas e/ou para solicitar
colaboração, quando necessária.