Para Claval (2014), o trabalho do geógrafo nasce de uma permanente exigência
entre dois pontos, o primeiro baseado nas relações espaciais da vida coletiva, e o
segundo, na análise da influência dos instrumentos e categorias das outras
disciplinas nos contextos espaciais.
Claval denomina a segunda como vertente de científica, enquanto aquela, referente aos
fazeres da vida cotidiana, como Geografia