O envolvimento de adolescentes em atos infracionais no
Brasil aumentou significativamente nos últimos anos, em
número e gravidade das ações, configurando-se como
um grave problema social. Neste contexto, o terapeuta
ocupacional
A dirige suas ações exclusivamente ao contexto prisional, no sentido de minimizar os prejuízos sociais,
físicos e psicológicos gerados pelo processo de institucionalização de adolescentes.
B compreende que o contexto social exerce grande
influência no comportamento dos indivíduos e, portanto, os adolescentes envolvidos em atos infracionais apresentam-se mais como vítimas do que como
autores da violência, devendo ser eximidos de toda
e qualquer forma de responsabilização.
C constrói junto ao adolescente, de maneira sistemática e concreta, o planejamento de ações que efetivem
um novo projeto de vida, impondo a busca de vagas
de emprego como uma condição para ampliação de
seus papéis ocupacionais.
D direciona suas intervenções tanto aos adolescentes
em situação de vulnerabilidade quanto aos adolescentes em conflito com a lei privados de liberdade,
criando espaços de acolhimento e possibilitando que
estes sujeitos possam ressignificar experiências,
estabelecer laços sociais mais sólidos e construir
novos projetos.
E posiciona-se de forma a apoiar a redução da maioridade penal, compreendendo que a transferência de
adolescentes para unidades prisionais é a única forma de reverter este quadro.