A ventilação pode ser definida como a movimentação
intencional de ar, de forma planejada, com o intuito de
atingir um determinado objetivo, como a manutenção da
qualidade do ar ambiente nos locais de trabalho. A respeito da ventilação geral, é correto afirmar que
A nos casos de ventos frequentes, que ajudem a dispersar os contaminantes, a ventilação geral pode ser
vantajosa para a diluição de contaminantes de alta
toxicidade, ainda que seja necessário o fornecimento
de equipamentos de proteção individual para os ocupantes de alguns postos de trabalho.
B é, usualmente, utilizada de maneira a conjugar a
ventilação natural com a ventilação mecânica, quando a distância entre a fonte de emissão e a zona
respiratória do trabalhador é pequena e inviabiliza a
instalação de arranjos, como captores, entre a fonte
e os trabalhadores que atuam no local.
C é aquela que ventila o ambiente como um todo e é
utilizada, em geral, para auxiliar na promoção do controle térmico de ambientes (retirando calor) ou para a
diluição de substâncias nocivas ou incômodas, como
fumaça de cigarro e gases e vapores, em geral, reduzindo suas concentrações ou intensidades.
D apresenta dificuldade de utilização quando o ar deve
ser filtrado antes de seu lançamento na atmosfera,
devido aos grandes volumes de ar movimentados, o
que determina o uso de ventiladores centrífugos de
pás para frente, que são recomendados para ar sujo
por serem autolimpantes e não sofrerem desbalanceamento com a presença de aerodispersoides no ar.
E tendo em vista a possibilidade de ocorrência de
concentrações mais altas que as permitidas em
função da diluição promovida no recinto, o que representaria riscos para os usuários, esse tipo de
ventilação é recomendado para contaminantes cujo
limite de tolerância seja superior a 100 ppm (cem
partes por milhão).