Impressões digitais (cristas epidérmicas) têm sido usadas
como um meio de identificação há mais de 2000 anos. Elas
também foram extensivamente estudadas cientificamente
por antropólogos e biólogos. No entanto, apesar de todo o
conhecimento empírico e experimental, nenhuma explicação
amplamente aceita para o desenvolvimento das cristas
epidérmicas nos dedos, palmas das mãos e plantas dos
pés ainda emergiu. [...].
(Kücken M, Newell AC. J Theor Biol. Fingerprintformation. 2005)
O momento em que se dá a completa formação das
impressões digitais é