A hanseníase, causada pelo Mycobacterium
leprae, caracteriza-se por seu espectro clínico-imunológico e pela persistência de desafios
relacionados à vigilância e ao manejo de contatos em áreas hiperendêmicas. Segundo a OMS, “estratégias
de eliminação devem considerar abordagens
multidimensionais que combinem avanços biomédicos,
vigilância ativa e ações intersetoriais para
enfrentamento de determinantes sociais”.
Sobre o controle e manejo da hanseníase, analise as
afirmativas:
I. A hanseníase tuberculoide apresenta baixa carga
bacilar, sendo considerada menos transmissível, mas
ainda exige medidas rigorosas de vigilância para evitar
diagnósticos tardios e evolução para formas mais
graves.
II. A poliquimioterapia (PQT) é a principal ferramenta
terapêutica, mas sua eficácia pode ser comprometida
por reações hansênicas, que demandam intervenções
clínicas diferenciadas e acompanhamento prolongado.
III. Estratégias de vigilância ativa devem incluir exame
dermatoneurológico em contatos domiciliares e, em
áreas com alta endemicidade, rastreamento ampliado
em populações vulneráveis para identificação de casos
subclínicos.
Qual alternativa está correta?