A ideia de que os processos afetivos, relacionais e
subjetivos são distratores do cuidado, sobretudo nos ambientes hospitalares, vem sendo paulatinamente superada,
sobretudo a partir da compreensão de que essas dimensões
são indissociáveis das/nas instituições e organizações. No
entanto, mesmo com esse reconhecimento, é frequente encontrar nos ambientes hospitalares que assistem crianças
e adolescentes em situação de intensa vulnerabilidade de
saúde, social, afetiva o que alguns estudos chamam de
produção de corpos tristes, tanto dos profissionais quanto
dessas crianças e adolescentes. Entre as estratégias de
cuidado capazes de enfrentar essa situação, trazendo
potência e vida a esses ambientes, a seus profissionais e
pacientes estão: