A LGBTQIA+fobia, tal qual outras formas de preconceito – xenofobia, racismo,
antissemitismo –, é uma manifestação arbitrária de designar o outro como seu “oposto”. Contrário à
norma, inferior ou anormal. Desse modo, o sofrimento psíquico não é fruto das orientações sexuais
ou das identidades de gênero em si, mas sim da LGBTQIA+fobia estrutural que as qualificam como
expressões anormais ou patológicas (CRP, 2023). Nesse contexto, analise as assertivas abaixo acerca
da atuação do psicólogo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Acolher o sofrimento psíquico desses indivíduos, entendendo que este decorre da não aceitação
social de suas orientações sexuais e/ou identidades de gênero.
( ) Considerar o sofrimento psíquico como advindo somente da subjetividade do sujeito, excluindo o
contexto histórico social e ambiental ao qual está inserido.
( ) Olhar para o indivíduo como um ser inserido em um contexto histórico social, influenciado por
fatores ambientais e socioculturais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: