Os sertões
Marcado pela própria natureza Foi no século passado
O Nordeste do meu Brasil No interior da Bahia
Oh! solitário sertão O Homem revoltado com a sorte
De sofrimento e solidão do mundo em que vivia
A terra é seca Ocultou-se no sertão
Mal se pode cultivar espalhando a rebeldia
Morrem as plantas e foge o ar Se revoltando contra a lei
A vida é triste nesse lugar Que a sociedade oferecia
Sertanejo é forte Os Jagunços lutaram
Supera miséria sem fim Até o final
Sertanejo homem forte Defendendo Canudos
Dizia o Poeta assim Naquela guerra fatal
Edeor de Paula
Samba de enredo da G.R.E.S. Em cima da Hora, em 1976.
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