Em 1962, a American Society of Anesthesiologists (ASA)
adotou o que é atualmente designado como sistema de
classificação do estado físico (ASA PS). Esse sistema
constitui um meio de estimar o risco médico apresentado
pelo paciente que será submetido a um procedimento
cirúrgico. O sistema vem sendo usado continuamente
desde 1962, praticamente sem alterações, e se mostrou
um método valioso para a determinação do risco cirúrgico e
anestésico antes da realização do procedimento.
Analise o caso clínico a seguir.
Paciente apresenta doença sistêmica incapacitante,
que representa uma ameaça constante à sua vida. Com
essa classificação, têm um ou vários problemas médicos
de significância maior do que o tratamento odontológico
planejado e apresenta sinais e sintomas de doença em
repouso. Essa classificação constitui um sinal vermelho,
um aviso de que o risco envolvido no tratamento do
paciente é grande demais para permitir um cuidado eletivo.
Em emergências dentárias, como os casos de infecção
ou dor, os clínicos devem tratar os pacientes de maneira
conservadora no consultório odontológico até que sua
condição médica melhore. Se possível, o tratamento
de emergência não deve ser invasivo, consistindo na
administração de drogas tais como analgésicos para dor e
antibióticos para infecção. Quando o dentista achar que é
necessária uma intervenção imediata (por exemplo: incisão
e drenagem, extração, extirpação da polpa dentária),
sugere-se que, sempre que possível, o paciente receba o
cuidado numa instituição de cuidados agudos (um hospital).
Qual é a classificação desse paciente?