Na síndrome hiperosmolar, o paciente típico é,
geralmente, idoso que adentra às unidades de
emergência com alterações de consciência, crises
convulsivas e sintomas sugestivos de acidentes
vasculares cerebrais. Tal síndrome se caracteriza por:
A uma complicação aguda, característica do
paciente diabético do tipo 1, que se
desenvolve em uma situação de deficiência
insulínica grave, comumente associada a
condições estressantes, que levam ao
aumento dos hormônios contrarreguladores.
B pequenas bolsas das artérias cerebrais que
se formam por hipertensão arterial
descontrolada ou não tratada, ocasionando
diferença de potencial elétrico nas faces
internas e externas da membrana de um
neurônio afetado.
C níveis pressóricos falsamente elevados,
devido ao enrijecimento da parede arterial,
que dificulta a oclusão da artéria; nos
pacientes que apresentam calcificação
vascular, a artéria permanece palpável (sinal
de Osler positivo).
D
um estado de hiperglicemia grave (superior a
600 mg/dl a 800 mg/dl) acompanhada de
desidratação e alteração do estado mental,
na ausência de cetose; uma complicação
aguda, típica do diabético tipo 2.
E elevação persistente da pressão arterial,
resultado de uma desregulação do
mecanismo de controle homeostático da
pressão, podendo demonstrar aumento do volume cardíaco, sinais de hipertensão
venocapilar e dilatação da aorta.