Vergueiro (1995) salienta que muitas vezes os bibliotecários realizam a seleção de
materiais de informação de acordo com sua própria visão de mundo, sobre aquilo a que os leitores
poderão ou não ter acesso. Embora essa escolha nem sempre seja consciente ou sequer percebida
como ato de censura, o profissional acredita que essa atividade está sendo realizada com base em um
variado número de razões e justificativas que podem até parecer razoáveis. Para evitar esse ato de
censura, o autor estabelece alguns mecanismos administrativos mínimos, como a: