A preocupação com a sustentabilidade ambiental da piscicultura é crescente. Cada
vez mais, os órgãos ambientais exigem que a atividade aquícola exerça a menor influência possível
nos corpos d’água e mantenha a diversidade natural e o equilíbrio dos ecossistemas. Para isso, todos
os fatores que possam gerar um impacto ao ambiente devem ser manejados correta e
cuidadosamente. São práticas de manejo que minimizam os impactos ambientais de uma piscicultura:
I. Utilizar adequadas taxas de lotação (densidade de estocagem) para reduzir a renovação de água
e a liberação de excretas nos corpos d’água.
II. Utilizar sistemas de tratamento de água, como telas e filtros mecânicos, para reduzir os sólidos
na água do efluente (métodos físicos); e lagoas de decantação e estabilização para reduzir os
nutrientes do efluente (métodos químicos).
III. Monitorar os parâmetros da qualidade de água com o uso de kits, sondas multiparâmetros, disco
de Secchi, entre outros, nas condições, frequências e horários ideais para a realização das
medidas.
IV. Estimular a produção de híbridos interespecíficos de animais nativos e possibilitar seu escape para
o ambiente natural como estratégia para a manutenção da estabilidade populacional e do
equilíbrio ecológico.
Quais estão corretas?