Leia o caso clínico a seguir, adaptado de Barnhill, John W. Casos clínicos do DSM-5. Porto
Alegre : Artmed, 2015., e assinale a alternativa VERDADEIRA:
V.A., homem, 76 anos, disfórico no dia seguinte a uma cirurgia para corrigir uma fratura do
quadril. Como resultados dos exames laboratoriais de rotina na admissão aumento de ureia no
sangue, baixo nível de albumina e volume corpuscular médio no limite superior da normalidade.
A pressão arterial era de 160/110. Além dos medicamentos relacionados à cirurgia, o prontuário
indicava que ele havia sido medicado com 2 mg de haloperidol depois de um surto de agitação.
Uma anotação da enfermagem, 1 hora depois da administração de haloperidol, indicou que o
paciente estava “preocupado e rígido”.
Durante o exame de estado mental, paciente magro, afeto triste, preocupado e contido. Parecia
rígido e desconfortável. Ele não respondeu imediatamente às perguntas e comentários do
entrevistador. Seus olhos permaneceram fechados na maior parte do tempo, mas às vezes
abriam e suas reações corporais indicavam que ele estava acordado. Depois de vários
esforços, o psiquiatra conseguiu fazer o paciente dizer “estou bem” e “vá embora”.
Quando indagado sobre onde estava, respondeu “meu apartamento”.
Quando finalmente abriu os olhos, ele parecia confuso. Não respondeu a outras perguntas e se
recusou a fazer o teste de desenho do relógio. A equipe cirúrgica havia solicitado uma
acompanhante, e ela afirmou que o paciente ou dormia ou tentava sair do leito e havia passado
o dia sem dizer algo que fizesse sentido.