Durante a operação de um cluster tolerante a falhas, o
servidor primário perde a comunicação que garante a
coordenação da sua operação conjunta com o servidor
secundário. Como consequência, o servidor secundário
considera que o servidor primário se encontra em falha
e assume o controle do fornecimento do serviço. Por sua
vez, o servidor primário, que não se encontra de fato em
falha, considera que o servidor secundário se encontra
em falha e mantém a operação do serviço. Dessa forma,
ambos os servidores acabam operando o serviço de forma independente, com acesso simultâneo aos recursos,
o que corrompe os dados.
A situação descrita é conhecida como síndrome do