A intervenção do artista torna-se cada vez mais necessária
no futuro da relação do homem com a tecnologia. Segundo
Rogério da Costa “se a natureza da arte mudou, é porque
os meios que produzem subjetividade hoje mudaram”
(COSTA, 1997). Uma filosofia da arte reúne o que os
discursos científicos, muitas vezes, insistem em separar: a
coexistência de real e da tecnologia. A filosofia apontada
por Costa como virtualizante e necessária para essa
coexistência está corretamente identificada em: