Há uma alta taxa de abandono da terapia de reabilitação de fraturas proximais de fêmur por
parte dos pacientes idosos, isso se deve a:
I - Intensidade dos exercícios que as vezes se tornam toleráveis ou desmotivantes.
II - Dificuldade de locomoção, seja esta por fator físico ou cognitivo e outras comorbidades que
acabam interferindo na frequência do tratamento.