A manipulação do imaginário social é particularmente
importante em momentos de mudança política e social,
em momentos de redefinição de identidades coletivas.
Não foi por acaso que a Revolução Francesa, em suas
várias fases, tornou-se um exemplo clássico de tentativa de manipular os sentimentos coletivos no esforço de
criar um novo sistema político, uma nova sociedade, um
novo ser humano.
(José Murilo de Carvalho, A formação das almas:
o imaginário da República no Brasil, 2017. Adaptado)
Segundo José Murilo de Carvalho, o exemplo da manipulação do imaginário na Revolução Francesa mostra que