Estudos de evolução viral usualmente são conduzidos
utilizando sequências nucleotídicas completas dos genomas virais. Decerto, conhecer a sequência nucleotídica de
cepas virais circulantes é imprescindível, principalmente
quando os vírus apresentam grande variabilidade genética,
decorrente de altas taxas de mutação e possíveis rearranjos. Porém, nem sempre se faz necessário o sequenciamento do genoma completo para a caracterização genética,
identificação de genótipos, linhagens e/ou variantes. Nesse
contexto, observe as afirmativas a seguir:
I. o gene HA pode ser utilizado para a caracterização
genética dos vírus da Influenza A.
II. o gene NS5, por ser mais conservado, é amplamente
utilizado para genotipagem do vírus Chikungunya.
III. o gene E, por apresentar maior variabilidade genética,
tem sido utilizado para análises filogenéticas do vírus
causador da dengue.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que apenas :