O público cinematográfico, acostumado às chanchadas
como “Nem Sansão Nem Dalila”, de Carlos Manga, foi
surpreendido, em 1955, com um filme inteiramente diferente.
Era “Rio, 40 Graus,” de Nelson Pereira dos Santos. Utilizando
uma linguagem direta e despojada, o filme enfocava a
população pobre dos morros cariocas. Nascia o Cinema
Novo. Essa corrente cinematográfica nacional expressava: