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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alter...

Esta questão foi aplicada no ano de 2022 pela banca INSTITUTO MAIS no concurso para Câmara de Santos - SP. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Morfossintaxe da Palavra 'QUE', Preposições, Advérbios, Pronomes Indefinidos, Morfologia dos Pronomes, Morfologia, Morfossintaxe da Palavra 'QUE'.

Esta é uma questão de múltipla escolha com 4 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.

📅 2022🏢 INSTITUTO MAIS🎯 Câmara de Santos - SP📚 Língua Portuguesa
#Morfossintaxe da Palavra 'QUE'#Preposições#Advérbios#Pronomes Indefinidos#Morfologia dos Pronomes#Morfologia#Morfossintaxe da Palavra 'QUE'

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457941201327586
Ano: 2022Banca: INSTITUTO MAISOrganização: Câmara de Santos - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfossintaxe da Palavra 'QUE' | Preposições | Advérbios | Pronomes Indefinidos | Morfologia dos Pronomes | Morfologia | Morfossintaxe da Palavra 'QUE'
Leia o texto abaixo para responder à questão.

        Todo mundo na cidade andava animado com a presença deles, dizia-se que eram mineralogistas e que tinham vindo fazer estudos para montar uma fábrica e dar trabalho para muita gente, houve até quem fizesse planos para o dinheiro que iria ganhar na fábrica; mas o tempo passava e nada de fábrica, eram só aqueles passeios todos os dias pelos campos, pelos morros, pela beira do rio. Que queriam eles, que faziam afinal?
        Encontrando-os um dia debruçados na grade da ponte, apontando qualquer coisa na pedreira lá embaixo, meu pai cumprimentou-os e puxou conversa; eles olharam-no desconfiados, viraram as costas e foram embora. Meu pai achou que talvez eles não entendessem a língua, mas depois vimos que a explicação não servia: quando encontraram o preto Demoste de volta do pasto com a mula do padre eles conversaram com ele e perguntaram se a lobeira era fruta de comer. E como poderiam viver na pensão se não conhecessem um pouco da língua? Por menos que falassem, tinham que falar alguma coisa.
        O que me preocupou desde o início foi eles nunca rirem. Entravam e saíam da pensão de cara amarrada, e o máximo que concediam a dona Elisa, só a ela, era um cumprimento mudo, batendo a cabeça como lagartixa. Aprendi com minha vó que gente que ri demais, e gente que nunca ri, dos primeiros queira paz, dos segundos desconfie; assim, eu tinha uma boa razão para ficar desconfiado.
(José J. Veiga. Cavalinhos de platiplanto). 
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, a análise correta da palavra destacada em cada frase.
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