Leia o trecho a seguir, da entrevista com Dione Almeida,
advogada, primeira diretora negra da OAB/SP.
Quando levamos a diversidade de gênero e de raça
para esses espaços, temos decisões mais justas porque
aproveitamos as experiências dessas pessoas. Tanto
é verdade que desde março temos o protocolo para
julgamento com perspectiva de gênero. O protocolo
reconhece que o assédio é uma realidade no Brasil, que
os juízes são imparciais, mas não são neutros. Afinal,
eles levam suas experiências de vida para o espaço que
ocupam e não seria diferente no momento da decisão.
Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/noticias/
redacao/2023/05/29/primeira-diretora-negra-na-oabsp-naosonhamos-ser-aquilo-que-nao-vimos.htm. Acesso em: 30 maio
2023.
Defendendo a diversificação de gênero e raça na
composição das cortes judiciais brasileiras, a advogada
Dione Almeida, da OAB/SP, sugere que