O amor à democracia é também o amor à frugalidade.
Cada um deve possuir a mesma felicidade e as mesmas
vantagens, deve experimentar os mesmos prazeres e ter
as mesmas esperanças; coisa que só se pode esperar
da frugalidade geral. O amor à frugalidade limita o desejo
de possuir ao cuidado que requer o necessário para sua
família e para si mesmo, e até mesmo o supérfluo para
sua pátria.
(Montesquieu, O espírito das leis, 2000. Adaptado)
Para Montesquieu, a defesa da frugalidade na democracia está relacionada