A introdução de organismos geneticamente modificados (OGMs)
tem sido um marco na biotecnologia agrícola, trazendo benefícios
como o aumento da produtividade e a resistência a pragas. Um
exemplo relevante é o milho Bt (Bacillus thuringiensis), que
possui genes da bactéria B. thuringiensis, conferindo resistência a
determinados insetos. Um estudo publicado na Frontiers in Plant
Science (2023) analisou o impacto do milho Bt em plantações dos
Estados Unidos e da América Latina, demonstrando redução
significativa no uso de pesticidas e aumento da produtividade em
até 25%. Contudo, preocupações sobre o impacto ambiental e o
surgimento de pragas resistentes têm sido levantadas. Em 2022,
um surto de lagartas Spodoptera frugiperda resistentes ao milho
Bt foi registrado no Brasil, destacando os desafios da resistência
genética.
Uma medida biotecnológica viável para mitigar a resistência de
pragas aos OGMs seria: