Um estudo publicado na revista Molecular Psychiatry em 2014
investigou os impactos do uso de metanfetaminas em
adolescentes. Os pesquisadores observaram que adolescentes
usuários de metanfetamina apresentaram alterações
significativas na estrutura cerebral, especialmente no sistema
frontoestriatal, responsável por funções como controle de
impulsos e tomada de decisões. Essas alterações foram mais
pronunciadas em adolescentes do que em adultos, sugerindo
uma maior vulnerabilidade do cérebro em desenvolvimento aos
efeitos neurotóxicos da droga.
Com base nas descobertas apresentadas e nos conhecimentos
sobre o papel dos neurotransmissores no sistema nervoso,
assinale a alternativa que explica como as metanfetaminas são
capazes de gerar estados eufóricos e, ao mesmo tempo, provocar
um colapso emocional em usuários crônicos.