No trecho “Não falarei do desamparo que finalmente aperta os dedos ...
🏢 Instituto Acesso🎯 Colégio Pedro II📚 Língua Portuguesa
#Análise Sintática#Orações Subordinadas Substantivas#Sintaxe#Termos Essenciais da Oração
Esta questão foi aplicada no ano de 2015 pela banca Instituto Acesso no concurso para Colégio Pedro II. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Língua Portuguesa, especificamente sobre Análise Sintática, Orações Subordinadas Substantivas, Sintaxe, Termos Essenciais da Oração.
Esta é uma questão de múltipla escolha com 5 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.
A questão abaixo toma por base um fragmento da crônica de Otto Lara Resende, intitulada “Balanço", publicada no jornal Folha de S.Paulo (05/10/2002):
Por que hei de agradar o rude sofrimento e mais rude torná-lo, na desesperança? Por que proclamar a tristeza inútil diante das coisas que secretamente e melhor compreendo? Não falarei do desamparo que finamente aperta os dedos na garganta. Não citarei o sentimento peculiar aos que têm propensão para o desengano e, mais do que nunca, ao crepúsculo, sentem-se traídos e ultrajados sem motivo. Não mais me referirei a estados de alma que nada contêm além de um vazio cinzento e interminável, um abismo de sombra e de abstrato, onde a tristeza rumina o seu cadáver.
No trecho “Não falarei do desamparo que finalmente aperta os dedos na garganta", temos o emprego da palavra
“que" com o mesmo valor encontrado em: